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Afstand

16,09 km

Positief hoogteverschil

44 m

Moeilijkheidsgraad

Gemakkelijk

Negatief hoogteverschil

44 m

Max hoogteverschil

16 m

Trailrank

51

Min hoogteverschil

0 m

Tijd

4 uren 39 minuten

Coördinaten

1493

Geüpload

27 mei 2021

Uitgevoerd

mei 2021
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16 m
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16,09 km

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in de buurt Aveiro, Aveiro (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


RIA DE AVEIRO

INTRODUÇÃO: a Grande Rota da Ria de Aveiro (GRRA) é um percurso de longa rota, com quase 600km de extensão total, e está dividido em quatro grupos: três grupos com percursos pedestres / cicláveis e um grupo com percursos náuticos.
É uma proposta muitíssimo interessante e tem um sítio Web muito bem estruturado que é uma excelente ajuda. Pode ser consultado aqui.
Uma vez que todos os percursos podem ser percorridos nos dois sentidos, por opção pessoal, iniciou-se o percurso AZUL pela etapa entre Aveiro e o Santuário de Nª Srª de Vagos, que na página oficial corresponde à etapa 6 (última).

IMPORTANTE: outra questão pertinente prende-se com o facto de o percurso aqui publicado estar ligeiramente diferente do percurso oficial. Tendo em conta que estes percursos foram desenhados para serem percorridos tanto a pé como de bicicleta, é frequente que os seus traçados privilegiem mais o piso alcatroado em detrimento de caminhos de terra ou areia. Mais uma vez, por opção, e sabendo o quanto o piso alcatroado cansa e lesiona os pés, desviou-se, sempre que possível, o trilho percorrido para caminhos ou estradões de terra, afastando-o de estradas e privilegiando os caminhos e carreiros laterais ou por entre os canais da ria, permitindo um contacto ainda mais próximo com este imenso habitat.

- Este percurso desenvolve-se pela Ria de Aveiro, percorrendo ruas e caminhos ao longo dos canais, entre o centro da cidade Aveiro (início) e o Santuário de Nª Srª de Vagos (fim);
- Trilho linear, com marcações e indicações ao longo do trajeto oficial (placas informativas e indicações da quilometragem percorrida, painéis informativos sobre biodiversidade e painéis informativos sobre pontos de interesse);
- Distribuídos pelo percurso, existem vários pontos de referência, com destaque para o centro da cidade de Aveiro (Jardim do Rossio, moliceiros pelos canais urbanos, Museu Arte Nova, Praça e Mercado do Peixe, Igreja de São Gonçalinho, Ponte dos Carcavelos e Ponte dos Botirões), vários canais da ria (canal Central, Canal da Praça do Peixe, canal de São Roque, canal das Pirâmides, Lago do Paraíso, canal do rio Boco e canal de Ílhavo), as salinas da Troncalhada, da Casqueira e de Santiago da Fonte, o miradouro dos Passadiços da Coutada, cais da Malhada, o Arco, Teatro, Museu e Bairro da Vista Alegre, a Capela de Nossa Senhora da Penha de França e o Santuário de Nossa Senhora de Vagos;
- Misto de ruas alcatroadas, caminhos de terra batida e carreiros entre canais;
- Trilho com características fáceis, pois não apresenta declives nem passagens técnicas;
- A Ria de Aveiro, que é também a foz do rio Vouga, é uma das mais belas paisagens de costa em Portugal. As suas águas ramificam-se num sem número de canais de terreno baixo, onde coexistem ilhas e ilhotas, dando início à formação da Ria tal como a conhecemos. Com uma extensão de 45 quilómetros e uma largura, de aproximadamente 11 quilómetros, no sentido este-oeste, tem uma foz que envolve 11 mil hectares, dos quais, mais de seis mil estão permanentemente cobertos de água. A única ligação que existe com o mar é o canal que quebra o cordão litoral da Barra de São Jacinto, e que permite o acesso de embarcações;
- O complexo da Vista Alegre permite-nos apreender os diversos períodos da sua história, conhecer as personagens e correntes artísticas que a influenciaram, entender os seus condicionalismos particulares. O Museu Histórico da Vista Alegre reúne a história da empresa fundada por José Ferreira Pinto Basto, a evolução da fábrica e das suas colecções ao longo de quase 200 anos de existência, e a relação do emblemático complexo fabril com a povoação de Ílhavo;
- Este trilho é um percurso muito acessível. No entanto, convém ter em conta o facto de o mesmo ser linear, que pode constituir uma dificuldade para quem o quiser percorrer: em termos logísticos, implica ter um veículo no final da etapa, recorrer a um taxi previamente contratado ou regressar pelo mesmo trajeto (o que duplicará os kms percorridos). Se chover, as dificuldades serão acrescidas, com os caminhos de terra a transformarem-se rapidamente em longos troços de lama;
- AVISO: as marés são também uma condicionante a ter em conta. Aliás, depois de atravessar a ponte sobre o canal do rio Boco, a opção de virar à esquerda, por caminho de terra, apenas deve ser tida em conta se a maré estiver baixa, pois esta é uma zona de marés vivas que assim fica submersa;
- No seu todo, esta é uma etapa muito interessante, pois alia a vertente urbana do centro de Aveiro, com a paisagem da ria, deslumbrante, fresca e verde. Aves, salinas, campos agrícolas, canais e o complexo Vista Alegre fazem, com certeza, as delícias de quem visite esta belíssima região.


MOLICEIRO NO CANAL DE SÃO ROQUE

Outros percursos realizados nesta região:
De Aveiro a Cacia pelos passadiços
Volta à Pateira de Fermentelos
Entre Estarreja e Murtosa
5ª caminhada CAPDEX - BioRia, Salreu (29/04/2018)
Pateira de Frossos, Albergaria-a-Velha - Aveiro


MARINHA DA TRONCALHADA

- RIA DE AVEIRO
Abrangendo um conjunto de onze concelhos - Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos - o território da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro apresenta caraterísticas diferentes e únicas, comparativamente a outras regiões do país.
Há, porém, uma formação, que devido à sua dimensão e diferenciação geomorfológica com o restante território nacional, marca fortemente toda a região: a Ria de Aveiro.
A Ria de Aveiro é a unidade territorial mais extensa e mais marcante de toda a região, visto que interrompe a uniformidade de uma faixa costeira que, com o seu largo areal apoiado por uma extensa zona dunar revestida por um denso e coberto arbóreo, se estende de Esmoriz ao Cabo Mondego. A Ria de Aveiro quebra esta monotonia, criando duas estreitas faixas arenosas e dunares, que são antecedidas do lado continental por espelhos de água e canais aquáticos, que no seu conjunto formam um ramificado labirinto hídrico que penetra profundamente para nascente.
A Ria de Aveiro formou-se no século XVI, como resultado de um recuo do mar e, posteriormente, uma formação de cordões litorais e que originaram uma laguna. Constituiu-se assim um dos mais importantes e maiores acidentes geográficos da costa portuguesa. Mas tal nunca teria sido possível sem a existência do rio Vouga, que nasce na Serra da Lapa, mais concretamente, no Chafariz da Lapa, em Viseu. Ao longo do seu percurso, o Vouga vai distribuído riquezas pelas terras onde passa. Mas é depois de passar a vila de Cacia, no distrito de Aveiro, que as suas águas se ramificam num sem número de canais de terreno baixo, onde coexistem ilhas e ilhotas, dando início à formação da Ria tal como a conhecemos.
A Ria, que é também a foz do rio Vouga, é uma das mais belas paisagens de costa em Portugal.
A sua extensão de 45 quilómetros e a sua largura, de aproximadamente 11 quilómetros, no sentido este-oeste, tem uma foz que envolve 11 mil hectares, dos quais, mais de seis mil estão permanentemente cobertos de água. A única ligação que existe com o mar é o canal que quebra o cordão litoral da Barra de São Jacinto, e que permite o acesso de embarcações. A Ria, que ao afastar terras as junta, ao mesmo tempo, numa grande e forte união entre as gentes, tem um papel fundamental na agregação do território e do seu desenvolvimento.
Esta Ria, que parece ter pensado em tudo, salvaguarda a harmonia entre o Homem e a Natureza. Toda a sua bacia hidrográfica apresenta uma grande biodiversidade. A fauna e a flora fazem renascer a região todos os dias. As aves migratórias, que facilmente podem ser observadas, são o exemplo do poder natural da Ria. Garças e flamingos salpicam de cor as águas e apaixonam os observadores, não só pelos seus gestos naturais, mas também pelo reflexo que espelham nas águas. A abundância de peixes e aves aquáticas dá aos amantes da pesca e da caça o palco ideal para a prática destas atividades. A miríade de canais, por onde as águas da Ria serpenteiam, permitem as melhores condições para a prática de desportos náuticos.
As salinas garantem, como há centenas de anos, o tratamento e comercialização de sal, inerente à sobrevivência do homem. O mesmo se aplica à agricultura subjacente à fertilidade das terras, que só poderia ser possível graças à abundância de água. O Homem, contudo, grato pelas dádivas que recebe, usa o respeito e a admiração pela Ria como moeda de troca. Se ela muito lhe dá, ele trata de a proteger e promover. Fá-lo através da admiração expressa no artesanato, onde põe todo o carinho e beleza da Ria. E fá-lo também através de programas de proteção e preservação do território, como os projetos da POLIS, que permitem um outro usufruto deste território.
Da Ria nasceu e multiplicou-se um conjunto de setores indispensáveis ao desenvolvimento da região. A Ria, que divide a terra, fê-lo para agregar mais profundamente o povo, fazendo-o crescer e desenvolver-se, urbanamente, comercialmente e, claro, humanamente. E o mesmo se passou com a natureza. Visite a Ria e faça parte desta família!


MARINHA DA CASQUEIRA

- GRANDE ROTA DA RIA DE AVEIRO (GRRA)
A Grande Rota da Ria de Aveiro define-se como sendo um percurso de longa rota, com quase 600km de extensão total, que se divide em três percursos independentes. Através da diversidade de ambientes presentes em todo o território, cada itinerário tem as suas próprias caraterísticas, as suas próprias valências e o seu selo próprio que o distingue dos outros. Estando todos ligados entre si, facultam a realização de atividades paralelas de pedestrianismo, cicloturismo ou náutica. A Grande Rota da Ria de Aveiro assume um papel fundamental na promoção da biodiversidade da região, da sua fauna e da sua flora. A relevância dos seus valores naturais permitiu a atribuição de várias classificações nacionais e internacionais que visam a salvaguarda da sua conservação, como Sítio de Interesse Comunitário (SIC) e Zona de Proteção Especial (ZPE). Foi classificada ainda como Important Bird Area (IBA) pela Birdlife International e pela SPEA, e designada como biótopo CORINE e a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto.
Unindo o mar à terra, com a sua diversidade de habitats - alguns destes têm aqui a sua maior expressão a nível nacional - a Grande Rota da Ria de Aveiro é uma oportunidade de conhecer um espaço territorial rico, propondo pontos de interesse relevante, no que diz respeito à preservação da Natureza.

- DESCUBRA OS 3 PERCURSOS
Cada percurso da Grande Rota da Ria de Aveiro é o ponto de partida para uma experiência única. Saiba mais informações sobre os diferentes pontos que vai encontrar e deixe-se levar por uma natureza que desperta sentidos.
- Percurso Azul
- Percurso Dourado
- Percurso Verde

- ETAPA 1 (descrição oficial)
O ponto de partida desta etapa é o sal. A partir do Ecomuseu Marinha da Troncalhada e de outras marinhas de sal poderá conhecer o quanto este produto continua a ser essencial na vida desta região. A produção de sal ainda é feita de forma tradicional e várias marinhas de sal transformaram-se para oferecer novas experiências: visitas guiadas, banhos salgados, spa salínico, alojamento flutuante, degustação de ostras… Antes de rumar a sul, pode encontrar outros espaços museológicos que transformam esta etapa numa autêntica jornada de conhecimento. O primeiro é a Fábrica Centro Ciência Viva, repleta de atividades para toda a família. Pouco depois, no Lago do Paraíso, poderá ter a oportunidade de observar flamingos em estado selvagem. No Cais da Malhada recomendamos um desvio para visitar o centro de Ílhavo e o Museu Marítimo, onde também encontrará o Aquário dos Bacalhaus. Segue-se o bairro operário Vista Alegre onde, desde 1824, se instalou a fábrica que produz uma das mais emblemáticas marcas de porcelana mundiais e em redor da qual foi sendo construído um bairro operário singular, albergando uma comunidade de artistas. Além do Museu são ainda visitáveis outros equipamentos centenários do bairro. Há depois que atravessar o leito do rio Boco e rumar para sul, onde ao fim de poucos quilómetros se atinge a calmaria e a paz do Santuário de Nª Srª de Vagos.


GRAFFITI (AVEIRO)

- AVEIRO
Junto à Ria, vasta bacia lagunar onde as águas doces do rio Vouga se misturam com as águas do mar, Aveiro, cortada por ruas aquáticas onde deslizam os coloridos barcos moliceiros, é uma das cidades mais interessantes do litoral português.
A sua fundação terá ocorrido ao tempo do imperador romano Marco Aurélio. Devido à existência de numerosas aves palmípedes que povoavam esta área lagunar, o seu primeiro nome terá sido Aviarium.
D. João I (r.1383-1433) doou a povoação a seu filho, o infante D. Pedro que ordenou a construção das suas primeiras muralhas, entretanto desaparecidas. Mais tarde, D. João II (r. 1481-1495), fez dela doação a sua irmã, a Infanta D. Joana, recolhida no convento de Jesus, que hoje é o Museu de Aveiro.
No séc. XVI, o desenvolvimento da indústria do sal, da agricultura e da pesca e as primeiras campanhas de pesca na longínqua Terra Nova em 1501 trouxeram a Aveiro uma época de prosperidade que lhe valeu o foral de 1515, outorgado pelo rei D. Manuel I. Porém, no Inverno de 1575, fortes tempestades destruíram o profundo canal de comunicação entre a ria e o mar, por onde transitavam os grandes navios que aportavam em Aveiro, destruindo o comércio marítimo, a pesca e a actividade salineira.
No séc. XIX foi construída a Barra Nova. A sua abertura para o Oceano, em 1808, originou a formação de um largo canal de com cerca de 264 m de largura e entre 4 e 6 de profundidade, que abriu a Ria para o mar reconstituindo a fonte da vida e da sobrevivência da região.
A Ria comunica com Aveiro através de 3 canais: o das Pirâmides (marcado à entrada por duas pirâmides de pedra), que se prolonga no canal Central, o canal de São Roque, que limita a cidade a Noroeste e a separa das salinas; e o canal dos Santos Mártires (ou do Paraíso) que corre para Sudoeste.
A partir do canal Central eixo de referência da cidade, pode construir dois itinerários em Aveiro: - na Margem Esquerda, veja os graciosos edifícios Arte Nova, reflectidos no canal, deambule pelo Mercado do Peixe, pelo bairro da Beira Mar e junto das margens dos canais absorvendo a brisa leve da maresia; - na Margem Direita, visite o Museu de Aveiro, no Convento de Jesus. Monumentos e igrejas, uma vida citadina que se move sob a luz translúcida da Ria completam a sedução desta cidade litoral.
Evidentemente que é indispensável conhecer a Ria de Aveiro. Nos dois circuitos propostos ficará a conhecer o labirinto dos canais, as dunas brancas junto ao mar, as extensões imensas de marinhas com as suas pirâmides de sal. Se gosta de passear a pé pela Natureza, a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, é uma proposta irrecusável.


CAMPO FLORIDO (ÍLHAVO)
Park

Jardim do Rossio

Rivier

Canais Urbanos da Ria de Aveiro (moliceiros)

Museum

Museu Arte Nova

Waypoint

Praça e Mercado do Peixe

O Largo da Praça do Peixe, também conhecido simplesmente como Praça do Peixe, é uma praça que existe no centro da cidade de Aveiro, Portugal, no bairro da Beira Mar. Localizada no limite do Canal dos Botirões, na freguesia de Glória e Vera Cruz, esta praça situa-se no coração do centro histórico da cidade. Devido à sua localização, no centro histórico da cidade, a Praça do Peixe assumiu-se como o principal local de desembarque e venda de peixe e sal, no início do século XX. Atualmente, recebe um elevado número de turistas, existindo no seu local vários serviços de restauração e animação noturna. No seu centro, destacam-se um chafariz, construído em 1876 e o Mercado do Peixe (antigo Mercado José Estevão), no qual se desenrola a atividade que lhe dá nome, no piso térreo. O Mercado do Peixe é delicioso. Desde 1910 que está no Bairro da Beira Mar! Para além do peixe, mais que fresco, tem sempre a opção de subir até ao restaurante, no primeiro andar e, depois, é só escolher. Peixe, naturalmente!
Religieuze plek

Igreja de São Gonçalinho

Rivier

Canal da Praça do Peixe

Brug

Ponte dos Carcavelos

A ponte dos Carcavelos foi construída em 1953, atravessa o canal de São Roque. Esta ponte é uma das muitas que ajudam a atravessar os canais da ria de Aveiro. Esta Ponte destaca-se das restantes, porque foi outrora o ponto de passagem capital das pessoas que trabalhavam nas salinas e porque a sua localização proporciona um dos melhores locais para assistir ao pôr do sol sobre a as salinas.
Rivier

Cais dos Remadores Olímpicos

Brug

Ponte dos Botirões

A sua forma assemelha-se a um laço ou ao símbolo do infinito, razão pela qual é conhecida como “Ponte do Laço” (muito embora seja oficialmente Ponte Pedonal dos Botirões). É bela pela sua simplicidade e contemporânea nas suas linhas. Tem a particularidade de permitir o acesso, pedonal ou de bicicleta, a dois canais: o Canal da Praça do Peixe (Canal dos Botirões) e o Canal de São Roque. Aberta ao público desde 2006, o pavimento é de madeira e os tabuleiros estão suspensos por cabos a um mastro composto por dois elementos que configuram, no ar, o anel de amarração. A obra é da autoria do arquiteto Luís Viegas e do engenheiro Domingos Moreira.
Museum

Ecomuseu da Marinha da Troncalhada

Waypoint

A Fábrica – Centro Ciência Viva

A Fábrica – Centro Ciência Viva de Aveiro localiza-se em Aveiro. Constitui-se num espaço interativo, integrante da rede de Centros Ciência Viva. Nas 15 valências deste centro há hologramas, jogos matemáticos, oficinas de robótica, laboratórios de ciência, percorrendo campos como a física, química, biologia ou informática. O centro encontra-se implantado desde 2004 nas dependências da antiga Companhia Aveirense de Moagens, indústria que, ao longo do século XX se constituiu em uma referência para a cidade. Em 1997 o imóvel foi adquirido pela Universidade de Aveiro, a partir do que foi requalificado para as atuais funções.
Meer

Lago do Paraíso

Meer

Marinha da Casqueira

Waypoint

Marinha de Santiago da Fonte

Brug

Ponte de Madeira sobre o canal

Vogelkijkplek

Miradouro dos Passadiços da Coutada

Passadiço recentemente construído. No entanto, aparenta falta de manutenção e limpeza. Se assim continuar, dentro de pouco tempo ficará coberto pela vegetação e intransitável.
Aanlegplaats

Cais da Malhada

Waypoint

Arco da Vista Alegre

Popularmente designado como "arco romano", embora sem o ser, assinala a entrada do lugar. Terá sido construído em meados do século XX, pelos funcionários da Fábrica, de forma a assinalar a entrada da propriedade a partir do acesso pela Estrada das Oliveiras. É também conhecido como Arco da Chousa Velha.
Waypoint

Teatro Vista Alegre

Museum

Museu Vista Alegre

Religieuze plek

Capela de Nossa Senhora da Penha de França

Waypoint

Bairro Operário da Vista Alegre

Brug

Ponte sobre Canal do Rio Boco

Risico

Zona alagadiça (marés vivas)

ATENÇÃO: na maré alta, este troço fica parcialmente submerso. Além de que nesta zona é frequente existirem marés vivas. Nessa altura, é conveniente seguir pela estrada (piso alcatroado), onde estão as marcações da GR.
Religieuze plek

Santuário de Nossa Senhora de Vagos

Risico

PROPRIEDADE PRIVADA (início)

AVISO: a fim de se evitar continuar a rota por piso alcatroado, optou-se por seguir por um caminho que atravessa o extremo de uma propriedade privada. Especificamente neste ponto, há dois pilares com um aviso de que existem cães de grande porte à solta... é obviamente para desincentivar esta passagem pois apenas há um cachorro, infelizmente magro e mal tratado, preso por uma corrente, que está claramente assustado e afastado da passagem. Deve-se seguir o caminho em frente, que aparenta ser de serventia (daí não haver portão!) e que nos leva diretamente à nova ponte de madeira sobre o canal. Para quem não quiser seguir esta via, pode sempre continuar pela estrada e seguir as marcações da GR (a volta é mais longa e desinteressante).
Risico

PROPRIEDADE PRIVADA (fim)

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