Moving time  6 uur 33 minuten

Tijd  9 uur 8 minuten

Coördinaten 4470

Geüpload 4 april 2020

Uitgevoerd april 2020

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1.076 m
378 m
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6,3
13
25,15 km

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nabij Carvalhais, Viseu (Portugal)

Hoje foi dia de fazermos a prova dos 25K do Pisão Extreme, com cerca de 2000 mt de acumulado.
O meu objetivo é percorrer todos os trilhos que fazem parte das provas do Pisão Extreme, uma prova super exigente que decorre desde 2018 nesta Serra da Arada.
O Pisão Extreme tem 4 provas, todas com inicio e fim no Bioparque do Pisão, uma prova tem 15k e cerca de 1000+, outra de 25k com 2000+, a de 35km com cerca 3000+ e a mais dura de 65k e mais 6000 acumulado+ e percorre a Serra da Arada por trilhos inimagináveis.
Esta prova de 25 Km tem inicio e fim, como todas as outras, no conhecido Bioparque do Pisão, os primeiros 6 quilômetros o trilho é exatamente igual à prova de 15K já realizado, o percurso começa logo com um local fabuloso, com os seus moinhos e caleiros recuperados, nesta altura com bastante água, este local tem uma beleza extraordinária, a subir lá seguimos nós junto aos moinhos até entrarmos numa subida bem dura por trilho de montanha que nos leva ao estradão florestal, entramos neste caminho mas rapidamente deixamos o estradão, viramos à esquerda e por um trilho de floresta entramos num bosque com bastantes carvalhos, este trilho segue montanha acima, por vezes através de linhas de água e chegamos novamente ao estradão da encosta da Serra que segue para aldeia da Arada.
Agora por alguns metros seguimos neste estradão, mais acima, viramos à direita e entramos no caminho florestal denominado Cimo do Corvo, este caminho, a descer, segue na direção da ribeira, após algumas centenas de metros a descer, deixamos o estradão e viramos à esquerda, através de um trilho de pé posto, trilho que devem ter muita atenção para não escorregarem, este trilho por entre os eucalipto está bem definido e leva-nos até à ribeira, onde termina a descida.
Atravessamos a ribeira e agora subimos em trilho de pé posto uma subida dura, com paisagem fabulosa, este trilho leva-nos até bem perto da aldeia da Arada, mas não chegamos a entrar na aldeia, pela sua direita continuamos a subir em direção às eólicas no alto desta Serra da Arada.
Chegamos às eólicas, onde existe também as conhecidas mariolas da Arada, viramos à direita e seguimos por alguns metros no estradão das eólicas, esta parte do percurso com passagem por Gourim até à estrada da Drave, é igual às provas dos 35K e dos 65K, assim junto à eólica n. 28, deixamos o estradão e desce-se por uma das Garras da Serra da Arada, trilho bem conhecido e que nos leva até à ribeira ao fundo de Gourim, após passar a ribeira, inicia-se a subida à aldeia de Gourim, deste local e para o estradão de ligação à Drave a subida inicia-se junto à ribeira e segue por trilho de pé posto pela encosta acima e na parte final sobe-se através do leito de uma ribeira que se encontra seca subida durinha mas bela com a encosta em tons de amarelo e rosa..
Chega-se à estrada de ligação à Drave e a partir deste local, o percurso deixa de ser comum às outras provas, aqui, viramos à direita e subimos o estradão sem qualquer dificuldade, no planalto viramos à esquerda e seguimos pelo alto da Serra em caminho largo na direção do Portal do Inferno, aproveitar para apreciar toda a panorâmica desta Serra da Arada, mais à frente, deixamos o caminho e entramos num trilho tipo corta fogo, a descer, bastante íngreme que termina no fundo do vale junto ao ribeiro, atenção a esta descida, pode ser perigosa em dias de chuva.
Atravessamos a ribeira e iniciamos a subida até à estrada de alcatrão, junto ao cruzamento do estradão em terra batida que desce para o Fujaco, entramos neste caminho e agora descemos para a aldeia do Fujaco, caminho a descer, largo, muito fácil de percorrer, ao chegar à aldeia, junto à antiga escola primária, aproveitamos para almoçar, pois sabíamos que a grande dificuldade do dia estava para chegar, a famosa subida do Fujaco, deste percurso todo, a única parte do trilho que não conhecia.
Com as forças retemperadas, deixamos o Fujaco, através de um trilho agrícola, descemos à ribeira até ao fundo do vale, este trilho é bastante interessante, embora tenha algumas árvores recentemente caídas, ao chegar à ribeira era a altura de iniciar a tão aguardada subida, o inicio da subida deu logo para perceber o que nos esperava, que dureza de subida, por trilho de pé posto a subida não tem descanso, os primeiros metros bastantes íngremes, a meio da encosta a inclinação parece que abranda um pouco, mas rapidamente volta a inclinar, a subida total tem cerca de 1.4 km, com uma inclinação média de cerca de 40%, brutal, mas maravilhosa, deve ser realizada com várias paragens para apreciar este lado da montanha.
A subida termina junto à estrada de alcatrão que segue para São Macário, entramos no alcatrão mas rapidamente viramos direita e entramos em caminho largo que percorre a encosta para a tornar a subir novamente até à estrada, passar a estrada e por caminho de terra seguimos a subir para o estradão das eólicas até chegar perto do marco geodésico.
A partir deste local, o percurso é exatamente igual às provas dos 15K, dos 35K e dos +65K e já conhecia bem esta parte quando realizei a prova dos 15K.
Assim, antes do Marco Geodésico, viramos à esquerda e entramos num caminho bem definido, sempre a descer, já na encosta virada para o Caramulo, esta parte da montanha está muito colorida e segue montanha abaixo, depois deixamos o caminho e entramos à direita através de um trilho com uma descida bastante acentuada e com muita pedra solta, com cuidado lá chegamos ao fundo da Serra onde se encontra o estradão.
Agora o percurso segue pelo estradão sem qualquer dificuldade até chegarmos às marcações do PR3 "Rota da Carcoda" de SPS, ao encontramos a sinalização do PR é seguir PR, o percurso deixa o estradão, vira à esquerda e subimos o trilho de pé posto, que nos leva ao lugar da Carcoda, um antigo povoado que, de momento, está em fase de recuperação.
A partir deste local o percurso entra novamente em estradão e sem mais dificuldades leva-nos até ao Bioparque onde iniciamos este magnifico trilho de 25K.
De salientar que o percurso é duro, subidas e trilhos de pé posto, a subida do Fujaco é fantástica mas durinha.
No Verão ter atenção que o percurso é muito exposto ao Sol, no Inverno ou em dias de chuva, ter bastante cuidado até porque têm que passar algumas ribeiras e linhas de água que pode ser perigoso.
Mais um dos dos meus favoritos nesta Serra da Arada.
Agora segue-se os restantes troços da prova dos 65K, a realizar por partes, dividindo o que falta percorrer em três percursos.
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