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Geüpload 12 mei 2013

Uitgevoerd mei 2013

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nabij Rãs, Viseu (Portugal)

A caminhada começa na Nossao Senhor dos caminhos e por estrada dirigimo-nos para a ponte da Brazela. Continua-se por estrada e depois após uma distração chega-se a uma nova ponte, quando era suposto cortarmos para um caminho. Continuamos por estrada até nos apercebermos do erro e passarmos por nova ponte para regresso ao trilho correto. Por terra temos o primeiro vislumbre do Convento da Fraga e um pouco mais à frente chegamos a um moinho. Seguindo junto ao Rio Vouga chega-se ao Convento de Fraga. Após o convento uma zona complicada e pouco limpa, seguida de uma subida complicada com pedras soltas. Na serra de São matias somos contemplados com o pó de uma competição de todo o terreno(várias foram as vezes que nos cruzámos). No topo da terra segu-se em terreno plano até à capela de São Matias. Seguiu-se uma descida complicada e depois por campos até ao Convento de Santa Eufêmia. Daqui até ao final destaque para a passagem das poldras e uma pequena queda de água no Rio Vouga, já perto da Nosso Senhor dos Caminhos
A festividade é celebrada em data móvel, ocorrendo no oitavo Domingo depois da Páscoa, coincidindo com o Domingo da Santíssima Trindade2 . A origem da devoção ao Senhor dos Caminhos está ligada ao culto da Senhora da Lapa. Com efeito, desde o Sec. XVI que o culto à Senhora da Lapa se foi intensificando, acorrendo ao mesmo peregrinos provenientes dos mais diversos locais do país. Muitos deles chegavam ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa percorrendo os caminhos que ladeavam as margens do rio Vouga, passando amiudadamente por este local onde aproveitavam para descansar e recuperar as forças necessárias para chegarem ao seu destino. Com os peregrinos circulavam muitas vezes almocreves que se dirigiam às diversas aldeias abastecendo-as com bens objecto do seu comércio.2 Terá sido com o contributo destes, depositado num pequeno nicho, que se deu início à construção de uma pequena capela em honra do Senhor dos Caminhos, para que Deus os guiasse sempre por bons caminhos para atingirem o seu destino e os livrasse dos perigos que os espreitavam durante o seu percurso, nomeadamente de assaltantes ou encontros menos amistosos. Só no início do Sec XX, por volta de 1909 foi edificada a actual capela, tendo a anterior sido dedicada a Nossa Senhora dos Verdes, protectora dos campos agrícolas e do gado doméstico. A capela é grandiosa, destacando-se pela sua visibilidade a sua imponente torre sineira, de secção quadrangular de quatro janelas, encimada por um coruchéu piramidal com arestas abatidas. Para além das duas capelas, destaca-se um majestoso conjunto de quinze colunas em granito, com cerca de sete metros de altura, que terão sido edificadas para dar suporte a uma cobertura que viria a constituir um espaço de apoio aos peregrinos. Consta que as traves de suporte à cobertura terão sido roubadas, impedindo assim a sua conclusão. Todas as construções, coreto, mesas, bancos e muros circundantes, são em granito proveniente da região. Com o decorrer dos anos o entusiasmo dos peregrinos e devotos foi aumentando, começando muitos a chegar de véspera, situação que passou a dar origem ao arraial que levou a que ao santuário afluíssem também pessoas mais interessadas na festa pagã do que na religiosa, verificando-se frequentes desacatos na noite de sábado para domingo. Tal situação levou a que, em 1937, o bispo de Viseu suspendesse as festividades. Descontentes com a decisão, as populações ainda ensaiaram uma celebração sem padre, mas em 1942 com a Concordata o bispo interditou de vez a festa.2 Só em 1952, com a atribuição da freguesia a um novo pároco, se retomou a festividade em honra do Senhor dos Caminhos, inicialmente no Domingo de Lázaro e mais tarde novamente no Domingo da Santíssima Trindade.2 O templo é visitado por inúmeros devotos, essencialmente da zona centro do país, sendo visíveis no seu interior muitos ex-votos de emigrantes e de combatentes da guerra colonial. In wikipedia
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O antigo convento franciscano do Senhor Santo Cristo da Fraga teve origem numa capela erguida a partir de 1741 no local onde havia sido descoberta uma imagem miraculosa de Cristo crucificado (ALVES, 1973, p.252 e ss). A construção do templo primitivo, depois integrado na igreja conventual, ficou a dever-se à iniciativa e à doação dos bens do cónego da catedral de Viseu, Agostinho Nunes de Sousa (e de sua tia Sebastiana de Almeida), natural de Aldeia Nova e que visitou o local onde a imagem foi encontrada (IDEM, p. 254-260). A primeira pedra foi lançada a 8 de Março de 1742 e as obras correram céleres, pois a 26 de Julho do mesmo ano era celebrada a primeira missa na capela-mor, cuja obra de pedraria estava já terminada (IDEM, p. 260). A muita fama alcançada pela imagem veio a estar na origem de uma romaria constante e a necessidade de criar condições para acolher os peregrinos começou a fazer-se sentir com mais intensidade. Os trabalhos para a construção de uma casa de romagem tiveram início com o mestre pedreiro Jerónimo de Andrade, sob o patrocínio do capitão-mor de Penalva do Castelo, João Rodrigues Pereira de Albuquerque e Castro (IDEM, p. 262). Em 1743 os eremitas de Santo Agostinho pediram para se instalar no Santuário, mas alguns problemas de gestão ditaram a sua retirada apenas nove meses depois (IDEM, p. 265). Paralelamente, decorriam as obras do corpo da capela, pagas a expensas das esmolas dos fiéis. Todavia, algumas questões relativas ao padroado e administração do Santuário acabaram por atrasar o processo, concluído com a obra de pedraria do corpo em 1745. No ano seguinte foi executado o retábulo e em 1747 há notícia da existência de dois arcos de cantaria com os respectivos altares dedicados a Nossa Senhora do Carmo e São José. Por fim, em 1748 abriu-se uma calçada que permitia o mais fácil aceso à capela (IDEM, pp. 278e ss.). A partir de 1749 a capela é doada aos religiosos Capuchos de S. Francisco que aí edificaram um hospício, transformado em 1779 em convento regular (IDEM, 1974, p. 19). A igreja que hoje conhecemos remonta à intervenção destes religiosos, integrado a pequena capela original, na parede do lado do Evangelho. Trata-se de um templo de nave única, com vários altares, capela-mor num plano mais alto e retábulo rococó. As dependências conventuais foram edificadas entre 1754 e 1778, caracterizando-se por uma depuração arquitectónica própria dos franciscanos (IDEM, p. 25). O edifício monástico que, de acordo com o inventário realizado aquando da extinção das ordens era bastante completo, subsiste ainda, embora o claustro tenha sido desmontado e se encontre hoje no Museu do Caramulo. Trata-se de um exemplar depurado, com arcadas toscanas no piso térreo e varanda no superior. Com a extinção das Ordens em 1834, as dependências e a igreja foram cedidas à Ordem Terceira, conhecendo depois vários institutos religiosos. Só depois da implantação da República foi vendido em hasta pública a um particular. (Rosário Carvalho)
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A Igreja do Convento de Santa Eufémia, do século XII, conserva os portais românico-góticos originais. O interior é revestido de azulejos do tipo tapete do século XVII, que merecem um olhar atento. Nos cinco altares de talha dourada (século XVIII) mantêm-se expostas algumas imagens seiscentistas
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