Moving time  4 uur 17 minuten

Tijd  5 uur 8 minuten

Coördinaten 3158

Geüpload 29 februari 2020

Uitgevoerd februari 2020

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1.039 m
601 m
0
4,5
9,0
18,03 km

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nabij Gestoso, Viseu (Portugal)

Mais uma vez, em plena Serra da Freita, juntei dois dos meus percursos favoritos e dos mais emblemáticos do nosso País, o PR15 Viagem à Pré História e o PR7 Nas Escarpas da Mizarela do concelho de Arouca , sem dúvida dos melhores PR para realizar em qualquer altura do ano desde que não exista nevoeiro, se no Inverno podemos observar as linhas de água e o Rio Caima com bastante água, principalmente a famosa Frecha da Mizarela, na Primavera e Verão poderemos observar toda a panorâmica e beleza deste alto da Serra da Freita.
Sendo os PR circulares podemos iniciar o trilho em qualquer lugar por onde passe o percurso, nós e porque no final do PR tínhamos almoço marcado num restaurante local, optamos por iniciar o PR no local mais próximo do restaurante, ou seja, no limite dos distritos de Aveiro e Viseu.
Assim, iniciamos o percurso num dos pontos mais alto do PR15, na casa de abrigo da Freita, junto à estrada de alcatrão e seguimos no sentido contrário aos ponteiros do relógio.
Através do caminho existente entre rochas, penedos e linhas de água, seguimos neste planalto até chegar ao Dólmen da Portela da Anta, datada de finais do IV milénio antes de Cristo.
Sempre no planalto, seguimos agora até às Pedras Broas da Junqueira um fenômeno resultante da erosão diferencial que o granito sofreu, dando origem à formação de uma rede de fissuras poligonais nas partes da rocha, agora bem identificadas com a colocação de um passadiço até ao local das rochas.
Depois de passar nas Pedras Broas e seguindo as marcações do PR15, chegamos à margem do Rio Caima, por um trilho entre as rochas, esta parte do percurso é fantástica, descemos sempre perto do Rio até chegar à aldeia de Albergaria da Serra.
Após atravessar a ruas da aldeiao caminho segue para o Parque de Campismo do Merujal, local escolhido para o reforço matinal.
A partir deste local, deixamos as marcações do PR15 e passamos a seguir as indicações do PR7, o trilho segue para a povoação da Mizarela para observar a famosa queda de água, com cerca de 70 metros de altura, conhecida por "Frecha da Mizarela" e que nesta altura do ano com bastante água é digna de apreciar.
Após as fotos da praxe nos miradouros estrategicamente colocados, iniciamos a descida pelas escarpas da serra até chegar à margem do Rio Caima, junto a algumas casas atualmente desabitadas, foi também neste local, que atravessamos o Rio Caima pela ponte de madeira e iniciamos a subida bem dura.
Pela encosta da Serra acima, atravessamos uma linha de água, através de um pontão em madeira e, sempre a subir, chegamos ao alto, daqui, por trilho de montanha, continuamos a seguir as marcações do PR7 até chegar ao local onde se pratica escalada, uma parede rochosa muito frequentada pelas amantes deste desporto.
É também neste local que deixamos as marcações do PR7 e viramos à direita na direção da povoação de Cabaços, esta ligação entre PRs não tem qualquer sinalização, mas facilmente se chega a Cabaços, nesta povoação, típica aldeia serrana, pode-se observar vários animais da raça bovino entre os caminhos da aldeia e as diversas pastagens existentes.
A partir daqui, segue-se as marcações do PR15 e pelo planalto da Serra o trilho segue para Castanheira, aldeia muito conhecida e frequentada por turistas derivado às famosas pedras parideiras, um fenômeno muito raro a nível mundial, ao chegarmos ao centro da aldeia e porque já visitamos por diversas vezes o centro de interpretação local, decidimos continuar a seguir as indicações do PR15, que segue à esquerda, para o alto da Serra e para o local onde iniciamos este magnifico percurso que aconselho a todos.
Este trilho, a conjugação de dois PRs, está devidamente marcado com exceção da ligação entre os PRs, mas é sem dúvida dos mais interessantes desta Serra, mesmo com os seus 18 km, as dificuldades não são muitas, apenas a subida pelas escarpas da Mizarela podem criar dificuldades aos menos habituados, no entanto, é sempre preciso ter atenção em algumas épocas do ano.
No Inverno não aconselho à sua realização em dias de muito nevoeiro porque as marcas podem ficar sem visibilidade e principalmente, porque não é possível observar toda a beleza desta serra, em dias de muita precipitação atenção à rochas escorregadias e ao vento típico desta Serra da Freita, no Verão, como é um trilho com muita exposição solar, poderá tornar-se penoso para aqueles menos preparados, mas com tantos pontos de interesse é para realizar sem pressas e com bastantes paragens.
Aconselho.
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